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CAMINHO SAGRADO FEMININO – Qoya Nan*: 
Programa da 'Sabedoria Iniciática Feminina '
– Qoya Yachay:
Formação em Facilitação e Condução de
Círculo de Mulheres e Terapia Integrativa Feminina –  I a VIII
Circuito I 
O Sagrado Ventre e A Divina Guia Interior da Jornada Sagrada Feminina -
Qoya Winay 
Circuito II
As 8 Divinas Fontes e Guardiãs de Poder-Sabedoria da Jornada Sagrada Feminina –
Umi Qoya Amawta
Circuito III, IV, V, VI, VII, VIII

As 8 Divinas Guias da Jornada Feminina Sagrada - Umi Qoya Pusaq Nan

* O Caminho Sagrado Feminino – A Jornada Divina Feminina (a Jornada da Sacerdotisa) – Qoya Nan –  o Programa de saberes e práticas da Sabedoria Feminina Divina (ou Sabedoria Iniciática Feminina – QOYA Yachay), é um programa iniciático de Autodespertar Pessoal da Mulher (Espiritualidade Feminina) e Formação Profissional em Saberes Ancestrais e Práticas Integrativas Femininas

Iniciando a Jornada:

Nas tradições espirituais ancestrais, porém perenes, as Umi Qoya / Jasuka-Cy / Auset/ Shakti são as Deusas Iluminadas e as 'Consciencias-energias-essencias' Femininas Arquetípicas sagradas da Natureza e do Cosmos. São as Rainhas-Sacerdotisas-Deusas Originais das cosmologias ancestrais. Elas estão também conectadas a a montanhas, rios, lagos, cachoeiras de determinados pontos especiais de nosso planeta, se relacionam com o que há na natureza – elementos, reinos minerais (pedras, cristais), vegetais (ervas, flores, arvores) e animais (totens animais, animais sagrados), e no ser humano estão ligadas aos nossos chakras em todos os corpos e estão também em todos os planos dimensionais da existência e consciência. Qoya / Jasuka-Cy / Auset / Shakti são responsáveis por gerar, sustentar a luz, a consciência e transformar.

Programa Iniciático de Autodespertar Pessoal e Formação Profissional em Saberes Ancestrais e Práticas Integrativas Femininas

A Sabedoria Feminina Perene ou Sabedoria Iniciática - QOYA Yachay Munay / Shakti Vidya / Jasuka/Cy Arandu :

O Caminho Divino Feminino – Uma Jornada Sagrada da Mulher pela Sabedoria Feminina Divina ou Sabedoria Iniciática – Jornada da Sacerdotisa - É o Caminho ou Jornada da Espiritualidade Feminina

O Caminho ou a Jornada de Qoya (Shakti - Jasuka,Cy - Ixmucané - Auset) : QOYA NAN   

CAMINHO SAGRADO FEMININO ou Caminho do Divino Feminino é Processo de realização das práticas e os Programas da SABEDORIA SAGRADA FEMININA / Saberes Sagrados Femininos (SSF) (Shakti Vidya / QOYA Yachay / Cy Arandu ou Theasophia)  – Reintegrando a Feminilidade Divina. É também a Jornada da Sacerdotisa; a Jornada de iniciação nos antigos Círculos de Mistérios Femininos.

Reintegrando a mulher a sua Feminilidade Essencial!

ILLA WARMIN WILLKA NAN - Mulher Sagrada Iluminada

As Práticas do Caminho Sagrado Feminino compreendem métodos específicos (corporais, psíquicas e mentais, espirituais) para mulheres reconhecerem, verdadeiramente, sua essência feminina, sua sacralidade, sua feminilidade iluminada, acelerando o despertar pleno da consciência.

Assim, parte das metas, ou seja no nível pessoal ou corporal da mulher, é o  reequilibrio do ciclo hormonal-psíquico (de lunar à venusiano), purificando e reconectando a energia-poder-força ovariana e uterina (transformação da energia essencial em vital e poder mental e consciente), reintegra o poder do coração (da Alma) e do olho interno (chakra frontal e pituitária – A consciência.

Tais práticas devem realinhar, harmonizar, produzir rejuvenescimento, saúde corporal, sexual, emocional e mental, mas a prioridade é a reconexão com a Terra e com o Cósmos, com o nosso propósito superior tanto no nível pessoal como coletivo.

Com isso O CAMINHO SAGRADO FEMININO também tem como metas:

. Reconectar a mulher à Terra, as suas origens e aos planos sutis (outros planos dimensionais) para que ela possa voltar a ser ‘porta voz’ e ‘plasmadora’ dos propósitos superiores de renovação, redimensionamento da Terra e de todos os seus seres,

. Harmonizar e ativar a ‘vibração’ em determinados lugares e, ou por toda a terra (dependendo da orientação da prática) para ajudar a desbloquear a energia criativa, geradora, plasmadora, ancoradora destes lugares (e com as pessoas que ali se encontram). Isto significa também ‘abrir’ ou ‘reconectar’ (reativar) determinados ‘pontos’ da terra que proporcionam nossa relação direta com as Sabedorias e Poderes necessários a realização das missões / propósitos e obras para a formação deste novo ciclo de evolução.

. Integrar a ‘feminilidade sagrada’ (a Shakti em todas os seus aspectos – o poder superior) para se unir e impulsionar a ‘masculinidade sagrada’ (a vontade-propósito superior), ancorarando a nova Consciência (superior) deste novo ciclo evolucional: que une o princípio feminino ao princípio masculino em toda sua luz.

O Programa presencial da Sabedoria Sagrada Feminina / Saberes Ancestrais Femininos, existe desde 2009, porem desde antes, desde 2003 realizamos workshops que trabalhavam esta temática do feminino, das mulheres, de forma mais simples, sendo desde 2005 suas pesquisas e experiências seguiram um caminho com mais complexidade dentro dos Saberes Ancestrais Femininos ou Saberes Sagrados e que se mantém muito guardados por grandes e sábias mestras até a atualidade. Tais Saberes foram fortes em regiões como Índia/Tibet (antes do Bon, Induísmo e do Budismo), Sibéria (na origem do Shamanismo Tradicional) no Egito (ainda praticado ocultamente no tempo de Nephetiti) e na região do Peru, Mexico e Brasil – região Amazonia e Região Oeste principalmente (também praticado secretamente como um tipo de xamanismo tradicional também na época de Mama Ocllo). Para o ciclo evolutivo atual, o expoente e a força/poder deste saber passa totalmente para o ocidente/sul. Assim a nova tônica desta Sabedoria Sagrada Feminina emerge a partir, principalmente, do Peru e Brasil (Amazonia e Oeste) numa integração entre os povos nativos tradicionais e as mulheres chamadas de ‘qoyacy’ (shaktis).

Programa de Cursos para Formação em Facilitação de Círculos de Mulheres e Terapia Integrativa Feminina / Ginecologia Natural e Psíquica ou Emocional:

Estudos da Mulher e da Feminilidade Sagrada: Espiritualidade, Psicologia, Antropologia, Arte e Saúde da Mulher

Programa de Formação em Saberes e Práticas Ancestrais e Contemporâneas do Sagrado Feminino – Sabedoria Iniciática Feminina: 

Objetivo do programa:

Facilitação em CÍRCULO DE MULHERES & TERAPIA INTEGRATIVA FEMININA (Ginecosofia incluindo Ginecologia Natural e Psíquica ou Emocional)

Facilitação / Focalização e Instrução de Círculos Femininos e Terapia Integrativa para Mulher (Ginecosofia incluindo Ginecologia Natural e Psíquica ou Emocional):  

A Sabedoria Sagrada Feminina - Sabedoria Iniciática Feminina: 

Relaciona-se a todo o conhecimento experiência relativo a vida integral da mulher liberta e sagrada; ou seja a mulher conectada ou reconectada a sua feminilidade essencial, seu poder interior; a mulher integrada a Terra, a natureza, ao cosmos e as outras diversas dimensões da vida e além do plano físico, totalmente integrada e identificada com a essência feminina.

Os Saberes Ancestrais Sagrados ou Divinos Femininos estão relacionados a reconexão e reintegração da mulher a sua Essência Iluminada Feminina, o seu poder-sabedoria interior, chamado de Pacha Qoya,  Shakti , Auset, Cy .

Estes Saberes promovem O Caminho Sagrado ou Divino Feminino (Sacralidade Feminina) para o despertar da Mulher;  o Caminho da Mulher Iluminada – O Caminho da Espiritualidade Feminina:  saberes e práticas de reconhecimento e uso do Poder Essencial das mulheres para seu Despertar Pleno: Qoya Yachay  / Shakti Vidya  (TheaSophia/ Thealogia – Saberes do Divino Feminino)

Parte deste processo, na psicologia  contemporânea é chamado de Jornada da heroína, mas essa é apenas uma parte da Jornada da mulher que, correspode ao que chamamos de Caminho ou Jornada da Feminilidade Divina ou Jornada Divina Feminina (Caminho Sagrado feminino) / Jornada da Sacerdotisa, pois engloba saberes ainda muito mais sutis, profundos, espirituais.

A verdadeira harmonia física, psíquica e espiritual da mulher é possível através do reconhecimento do seu Poder-Sabedoria Sagrado (ou chamado de Poder ‘Interior’ – Shakti) de atração ou recepção (e também intermediação-união) da Vontade (propósito) interior (e superior) e o poder de ‘geração’ da Consciência Suprema. O Poder Interior é a orientação inteligente da energia-força básica ou essencial e vital que, nas mulheres, já está presente, mas não é reconhecida ou ativada.  Isso acontece também devido a ‘alterações’ (desintonia) do corpo físico e sutil – corpo etérico ou sensível e corpo astral ou emocional – da mulher em nossa civilização. Este poder não precisa ser ‘despertado’ na mulher, pois já é a essência da mulher, mas deve ser reintegrado para que a consciência plena seja gerada. A Sabedoria Sagrada (nativa, original) Feminina, é uma Tradição Sagrada Feminina, guardiã destes conhecimento que torna o caminho bem mais rápido e eficiente para o grande despertar da mulher.

Estes Saberes é um conjunto conhecimentos, métodos, técnicas - muitos são específicos para mulheres - que objetivam a harmonia, a cura e a autoconsciência e autorealização da mulher, através da conexão, integração e identificação com a Essência pura, a verdadeira feminilidade em todos os seus aspectos.

O processo Pacha Qoya Yachay (Shakti Vidya) envolve a realização de práticas especiais para transformações corporais-energéticas-psíquicas que objetivam purificação, harmonização, ativação e integração dos corpos físicos até os mais sutis indo de um processo interno para uma realização mais ampla num nível planetário e cósmico. Com isso ativamos o fogo ou poder interno ou sagrado, reconectando à Terra no plano físico e aos planos mais sutis, integrando as forças superiores e cósmicas ou poderes de cada grupo específico de Shaktis para despertar a consciência plenamente (também nos outros planos sutis).

Mas além e para que isso seja efetivo é necessário entender qual a base do processo esta na reprogramação e ampliação de nossa percepção. O trabalho ou ‘obra’ básica é expandimos nosso ‘canal de luz’ que liga ao nosso Eu Interior (a alma) e ao Eu Cósmico (ao Espírito Supremo, Mônada). A reintegração a feminilidade sagrada, a shakti, em todos os seus aspectos, é a base, a fundação para este processo, do começo ao fim.

A feminilidade sagrada é uma expressão natural da mulher, é o caminho, a ponte para o despertar também da masculinidade sagrada e assim a geração da ‘androgenidade’ sagrada (a harmonia entre o princípio feminino e masculino) presente na Consciência Superior Plena (o resultado, o filho; a realização do propósito).

“A Pacha Qoya Yachay (Shakti, Auset ou Qoya), é o verdadeiro poder-sabedoria da mulher, sua real essência tanto na vida material, como espiritual, para despertar da consciência e realização plena.”

Escopos:

> Este curso, além da psicologia profunda e espiritualidade da mulher, também explora tópicos tais como os papéis de gênero, feminismo, sexismo, sexualidade, feminilidade, relacionamento, variáveis de personalidade, habilidades cognitivas, a educação, o emprego, o empreendedorismo feminino, educação transdisciplinar de meninas e mulheres, a violência contra as mulheres, sua saúde física e psicomental, sua arte, sua história, seus direitos, seus valores, mas principalmente o despertar da essência sagrada feminina, que é a base para todas as transformações e progressos.

Desta forma,  a missão deste curso é capacitar e empoderar as mulheres para a criação, implementação e sustentabilidade de círculos femininos, projetos e programas (sociais, educacionais, etc) que possam assegurar tais finalidades descritas acima, adequando aos programas de desenvolvimento de valores e responsabilidades socio-educacionais.

A prática:

Há uma série de práticas de meditações, movimentos corporais (baseados em danças sagradas ancestrais, sintonizações integrativas, também uso de plantas, cristais, formas-códigos vibracionais etc que acessam diretamente aspectos internos, que possivelmente promovem um estado natural de saúde, harmonia e bem estar. Mas, principalmente, leva a sintonia com todos níveis até os mais superiores de nosso ‘Eu’ transformando a energia essencial e vital em poder mental e, depois, espiritual – o poder da consciência; o poder que desperta, anima e ilumina a consciência .

Escopo Geral:

Este programa abrange uma área muito interessante e necessária de estudo, pesquisa e trabalho que alem de examinar a mulher nas culturas ancestrais, seus mitos e tradições, a educação de meninas e mulheres, também examina o ‘feminino’, a ‘feminilidade’. Este estudo se dá a partir de uma perspectiva interdisciplinar com foco no gênero feminino, em sua complexa relação a diversas questões da vida, pessoal, profissional, social, relacional de mulheres, contemplando diversas etnias, para criação de soluções a determinados problemas ainda enfrentados por elas e também para criar uma consciência de melhoria contínua.

“la Sacerdotisa de Pachamama, de Chaska, de Qoylur,

La Reina de Allpamama,

Reina de la Naturaleza,

Qoya Willka , Illa Warmi, Illa Aclla”

As Sacerdotisas Iluminadas e Rainhas Sagradas da Natureza, da Terra e das Estrelas!

A Sabedoria Sagrada ou Nativa Feminina relaciona-se a todo o conhecimento experiência relativo a vida integral da mulher liberta e sagrada,; ou seja a mulher conectada ou reconectada a sua feminilidade essencial, seu poder interior; a mulher integrada a Terra, a natureza e as outras diversas dimensões da vida, além do plano físico.

Vivenciando o SAGRADO FEMININO em plenitude!

Pacha Qoya Yachay, Shakti Vidya, Theasofia, correspondem a Sabedoria Sagrada (Essencial, Nativa) ou Iniciática Feminina – Saberes Ancestrais Femininos para a reconexão e reintegração da mulher – um programa de Conhecimentos e Práticas para Revelar, Reconectar, reintegrar a Essência Iluminada Feminina na Mulher.

Qoya Yachay Nan (Umi Pacha Yachay Nan / Shakti Yatra) é o Caminho Sagrado Feminino (Sacralidade Feminina) para o despertar da Mulher; A Jornada Divina Feminina, A Jornada da Espiritualidade Feminina ou seja, o Caminho da Mulher Iluminada: Willka Warmi Yachay / Illa Warmi Yachay. Esta Jornada a mulher encontra As misteriosas e secretas sabedorias ou saberes e práticas de reconhecimento e uso do Poder Essencial das mulheres para seu Despertar Pleno. Segredos dos Círculos Sagrados Femininos  –

Pacha Qoya Yachay (Shakti Vidya, Theasofia, Theasophia – inclui a Tealogia ou Thealogia, a Ginesofia/Ginesophia) são alguns dos nomes da sabedoria das grandes sacerdotisas (Mahashaktis) e xamãs sobre essência do despertar do poder e consciência plena feminina ou do feminino sagrado, liberto, iluminado, A Sacralidade Feminina. Esta Sabedoria era ‘guardada’ por verdadeiras sacerdotisas, shamans (xamas, pajés, paq’os), -chamadas as vezes de ‘bruxas’ -, em diversas regiões do planeta como no norte da Índia, Sibéria, antiga Anatólia, Egito e até mesmo nas Américas. Em alguns lugares, com o tempo, foi se perdendo a base desta sabedoria por ter que se manter tanto segredo, mas ainda é possível se conhecer alguns resquícios dela. Outras regiões, mantiveram grupos muito restritos e secretos de mulheres que conseguiram manter vivas, mesmo que escondidas, tal conhecimento. Somente agora, com o início de um novo tempo em que Consciências Superiores devem ser ‘ancoradas’ na Terra para o despertar de, pelo menos, um ‘quanto’ da Humanidade para ser possível um novo e mais consciente ciclo, é que esta sabedoria deve ser ‘aberta’.

Estes saberes referem-se a Arte Iniciática Feminina são referentes a Sabedoria Iniciática ou a Tradição Iniciática Feminina (também chamada como Sabedoria 'Hermética' (Oculta) pois estava ‘escondida’  desde o final de uma grande civilização anterior a nossa, a civilização Atlante. Porém, tais Saberes e Práticas que vem sendo e deve ser Reveladas em seus segredos e mistérios sobre o verdadeiro despertar espiritual da mulher, que inclui os segredos sobre os seus corpos físico, etérico, astral e mental da mulher, assim como realinhá-los e reintegra-los para o despertar da consciência plena na mulher.

A verdadeira harmonia física, psíquica e espiritual da mulher é possível através do reconhecimento do seu Poder Sagrado (ou chamado de Poder ‘Interior’) de atração ou recepção (e também intermediação) da Vontade (propósito) interior (e superior) e o poder de ‘geração’ da Consciência Suprema. O Poder Interior é a orientação inteligente da energia-força básica ou essencial e vital que, nas mulheres já está presente, mas não é reconhecida ou ativada (também devido a ‘alterações’ do corpo físico e sutil – corpo etérico ou sensível e corpo astral ou emocional – da mulher em nossa civilização). Este poder não precisa ser ‘despertado’, pois já é a essência da mulher, mas deve ser reintegrado para que a consciência plena seja gerada. A Sabedoria Sagrada (nativa, original) Feminina, é uma Tradição Feminina, guardiã destes conhecimento que torna o caminho bem mais rápido e eficiente para o grande despertar da mulher.
Usamos a palavra Shakti (em sanscrito) que é a Essência Feminina Original, Arquetipal, é literalmente o Poder Supremo – o Poder da ‘Consciência’ (Poder espiritual, absoluto). É a polaridade feminina da Unidade e da Totalidade. Qoya é a contraparte a Rainha Divina e grande sacerdotisa dos Incas, (Pacha Qoya corresponde a sacerdotisa de alto nível ou nível universal).

Qoya (ou Coya) é o termo em quechua,  a lingua do povo inca e hoje dos nativos Q'ero) significa a Rainha Inka e uma Sacerdotisa de sexto nível dentro da tradição sagrada andina. Nesta Sabedoria, no momento, trabalhamos para integrar as mulheres a este sexto nível do Caminho Iniciático que abrange saberes e praticas do sagrado feminino de origem de diversas culturas espirituais ancestrais. Quando focamos mais na cultura andina, no que se refere a integração e realização dos arquetipos do princípio feminino, o fazemos, a partir do ponto de vista deste sexto nível, e por isso, todos os níveis arquetipais femininos, principalmente abaixo do sexto nível, recebem também o nome Qoya.

Umi é um termo que significa, Mãe, Senhora, Matrona (as vezes escrevendo como imi ou omi) em pukina/puquina, considerada como uma linguagem secreta e nobre dos incas. Pode muito bem ser a língua nativa dos pre-incas, mas permaneceu oculta por centenas de anos.  Pukina esta extinto, grande parte do seu vocabulário se estendeu ao povo Kallawaya, um grupo de curandeiros tradicionais nos Andes bolivianos. Antes do Inca, uma civilização que ocupava o Titicaca (em pukina:  titi significa sol e cachi significa círculo ou aro, então círculo ou borda, do sol) era o Tiwanaku, e o povo Tiwanaku falava Pukina.  Os Incas acreditavam que o lago Titicaca é o ponto de partida para o seu mito de origem , argumentam que os ancestrais de sua casta, deusa da fertilidade e irmã e / ou esposa do deus regente, vieram deste lago.

O Programa Pacha Qoya Yachay Shakti Vidya (sanscrito - o princípio feminino, deusas) também chamado de Theasofia ou Thealogia (grego – sabedoria, saber e estudo da “Deusa”), Qoya Yachay para uma Illa Warmi Yachai (quechua) é um conjunto conhecimentos, métodos, técnicas que objetivam a harmonia, a cura e a autoconsciência e autorealização da mulher, através da conexão, integração e identificação com a Essência pura, a verdadeira feminilidade em todos os seus aspectos.

Isso tem uma explicação, pois faz parte dos segredos escondidos pelas sacerdotisas iniciadas na Grande Sabedoria das ‘Deusas’ (Deusa é melhor entendido aqui como Shakti – O Princípio ou Arquétipo Feminino).

As mulheres possuem útero, ovário (glândulas endócrinas), hormônios e taxas hormonais (diferentes dos homens) que são as manifestações de uma energia (poder) num nível mais sutil (que também é difrente dos homens). Esta energia-poder é como uma sabedoria própria, essencial, presente (porém ‘esquecida’) nas mulheres. Tal energia-poder-força só existe em latência e é muito inconsciente no homem.  Tal energia-sabedoria foram ocultadas e reprimidas com o advento desta civilização atual (mais de 12000 anos)  que teve a necessidade de trabalhar a racionalidade e a inteligência concreta, ou seja o masculino. Os motivos por esta ocultação está relacionado ao fim da civilização anterior a nossa (a civilização Atlante). Porém, agora, com o florescer de um novo ciclo, onde a mente abstrata ou de síntese deve ser o foco no desenvolvimento coletivo, vários destes conhecimentos estão sendo abertos e reorientados para acelerar este processo de autoconsciência tanto das mulheres como para que elas possam também ativar a freqüência ou vibração adequada e ancorar a sabedoria necessária para este momento evolutivo em toda a Terra. Ou seja, a feminilidade sagrada é uma expressão natural da mulher, é o caminho, a ponte para o despertar da masculinidade sagrada e assim a geração da ‘androgenidade’ sagrada (a harmonia entre o princípio feminino e masculino) presente na Consciência Superior Plena (o resultado, o filho!)

O Programa Saberes Ancestrais Feminino; a Sabedoria Sagrada Feminina é uma reestruturação desta Sabedoria ou Tradição Sagrada Feminina para ser adequada a vida das mulheres na atualidade, porém sem perder sua base. O Programa é estruturado em 8 métodos ou ferramentas e 8 níveis ou etapas/fases. Ele é constituído de uma série de práticas de meditações, movimentos corporais (baseados em danças sagradas ancestrais), sintonizações integrativas, uso de plantas, cristais, formas-códigos vibracionais etc que acessam diretamente aspectos internos, que possivelmente promovem um estado natural de saúde, harmonia. mas principalmente leva a sintonia com os níveis mais superiores de nosso ‘Eu’ transformando a energia essencial e vital em poder mental e, depois, espiritual – o poder da consciência; o poder que desperta, anima e ilumina a consciência .

O processo Pacha Umi /Qoya Yachay (Shakti Vidya) envolve a realização de práticas especiais para transformações corporais-energéticas-psíquicas que objetivam purificação, harmonização, ativação dos corpos físicos até os mais sutis indo de um processo interno para uma realização mais ampla num nível planetário e cósmico. Com isso ativamos o fogo ou poder interno ou sagrado, reconectando à Terra no plano físico e aos planos mais sutis, integrando as forças superiores e cósmicas ou poderes de cada grupo específico de Pacha Qoyas (Shaktis) para despertar a consciência plenamente (também nos outros planos sutis).

Mas além e para que isso seja efetivo é necessário entender qual a base do processo esta na reprogramação e ampliação de nossa percepção. O trabalho ou ‘obra’ básica é expandimos nosso ‘canal de luz’ que liga ao nosso Eu Interior (a alma) e ao Eu Cósmico (ao Espírito Supremo, Mônada). A reintegração a feminilidade sagrada, a shakti, em todos os seus aspectos, é a base, a fundação para este processo, do começo ao fim.

“A Pacha Qoya ou Shakti é o verdadeiro poder da mulher, sua essência tanto na vida material, como espiritual, no despertar da consciência plena.”

Metodologia Interna:

O programa Qoya Yachay / Shakti Vidya / possui 8 ferramentas/métodos, que apesar de parecerem comuns, são especialmente personalisados para a mulher, pois são baseados em determinados conhecimentos do ou Yachay (inca-quechua) ou (Vidya, sancrito), a Sabedoria Nativa, Natural ou Essencial) específicos para mulheres (Sabedoria Feminina)  pois baseia-se no princípio feminino manifestado como o corpo da mulher e a psiquê feminina integrada.

A base prática do processo é integrar Pacha Qoya (Shakti) em todos os seus aspectos (aspectos e subaspectos de Pacha Qoya –  o Grande Feminino – A Essência Iluminada Feminina). Assim, em conjunto com trabalhos ‘corporais’, as meditações são específicas para mulheres. São realizadas purificação do ventre, dos canais, centros energéticos, harmonização dos elementos, alinhamento e ativação de centros e corpos energéticos de forma diferenciada.

Mas é importante saber que, apesar do método ser diferenciado para homens e mulheres, o propósito é sempre a manifestação do ‘Corpo Vajra’ – corpo sutil indestrutível, imortal, com consciência lucida em dimensões mais sutis e após a morte, sintonização com planos superiores vibracionais e consciências superiores planetárias e cósmicas (a ponte de luz que liga as frequências mais sutil do planeta e do cosmos). A diferença é que as mulheres conseguem isso mais facilmente (desde que integradas a sua essência),  pois integram, ou melhor expressam (ou deveriam normalmente expressar) as Shaktis (os poderes essências primordiais, as energias inteligentes que manifestam os raios cósmicos – o aspecto feminino divino). Para isso as meditações têm uma meta própria e trabalha com métodos também especiais para mulheres. São realizadas purificação dos canais e centros específicos, harmonização dos elementos, alinhamento e ativação de centros e corpos energéticos (para manifestação do corpo vajra – corpo sutil indestrutível, imortal, com consciência lucida em dimensões mais sutis e após a morte), sintonização com planos superiores vibracionais e consciências superiores planetárias e cósmicas (a ponte de luz que liga as frequencias mais sutil do planeta e do cósmos) através da integração das Shaktis (os poderes essencias primordiais, as energias inteligentes que manifestão os raios cósmicos – o aspecto feminino divino).

São também estudados e usados elixiris naturais e vibracionais, mandalas específicas das Shaktis – yantras / códigos vibracionais sagrados – para meditação, mapeamentos bio-psíquicos-espirituais, elixires etc; todos específicos para a mulher, tanto para reestruturação no nível físico como até o nível espiritual.

A reconexão ou sintonização com as manifestações principais da Grande Shakti Primordial, bem como as vivências que harmonizam nossa energia física e psíquica são o caminho mais curto para a nossa união espiritual.

No Oriente, o Grande Feminino é o Poder Primordial, Maha Shakti (ou Maha Prakrit, a Substancia e a Natureza) que anima, que plasma, que ‘gera’ o Propósito ou Vontade Primordial (Grande Masculino). Este Poder flui através de nosso corpo e por toda a natureza; esta presente e torna possível toda a ‘criação’. Desde milênios, os sábios, e principalmente, as sábias, xamãs, sacerdotisas utilizavam de determinadas práticas ‘ritualísticas’ que envolviam certas meditações, contemplações, formas-códigos e com auxílio da dádivas da natureza (físicas e sutis) para se conectar, sintonizar-se e integrar-se com a essência feminina primordial e superior– o poder essencial superior – integrando e aumentando seu poder de realizações tanto materiais, principalmente para curas, e espirituais para libertação e iluminação. Através dos mitos e das disciplinas iniciáticas eram compartilhados este conhecimento e experiência, claro, de formas mais ou menos veladas.

Obs: Pacha Umi Qoya Yachay (Shakti Vidya ou Theasofia) é sabedoria natural e universal ou “consciencional”. Assim como o Yoga e outras sabedorias orientais ou perenes, lida-se com assuntos relacionados aos corpos físico e sutis – as mentes, a psique, a alma e o espírito (a consciência suprema), porém Não é de forma alguma um tipo de religiosidade.

Origem desta Sabedoria:

Os termos Shakti Vidya em sânscrito e Theasofia em grego, Qoya Yachay (Willka Warmi Yachay) são usados apenas para nomear um grupo de conhecimentos – conjunto de sagrados saberes femininos, que, em sua maioria, estavam presentes num sistema maior de sabedoria e espiritualidade muito antigo, porém eterno, nomeado de Bhrama Vidya ou Bhrama Yoga Vidya  que era ministrado por mestres e mestras de alto nível de sabedoria e espiritual, dos quais pertenciam a uma ‘confraternidade’ conhecida pelos círculos esotéricos (e não exotéricos) como Confraria Branca do Himalaia (também como Confraria Branca da Caxemira ou Confraternidade de Srinagar, Ladak). Esta confraria trabalhava (e trabalha) de forma muitíssimo discreta, sendo que seu verdadeiro ‘centro’, somente bem poucos conheciam. Ela era inicialmente ‘instalada’, bem secretamente, numa região da índia chamada Srinagar no norte da Índia, mas havia outros postos que a representavam na Siberia, que se difundiu para a Mongólia e China, e também no Egito e  nas Americas (pelos povos mias antigos que Toltecas, que originaram os Incas, Tupis, Mayas). Esta ‘confraria’ já existia desde a antiga civilização Atlante, pois em seu declínio final foi necesssário manter determinados conhecimentos ‘fechados’ pois poderiam ser usados para mais destruição. Lembrando que Conhecimento e Poder podem tanto ser usados para União como para Separação, para ‘Construção’ como para ‘destruição’, e isso é sempre assim, todas as civilizações, assim como a nossa (a civilização Ariana) tem seus segredos!

Por isso devido ao Dharma (incluindo o Karma) desta civilização Ariana com também seus problemas sociais, políticos e limitações religiosas em diversas destas regiões, esta Sabedoria ficou mais presente na Índia e no Tibet e praticamente desaparecendo totalmente nas outras regiões. Os povos da Mesoamérica, os Andinos, Amazonicos etc que foram descendentes dos Toltecas mantiveram por um bom tempo também uma parte destes conhecimentos, porém mesmo antes de sua destruição pelos europeus, todo este conhecimento já havia sido perdido (ou melhor, escondido). Mais ainda, a verdadeira sabedoria sobre o que chamamos de Shakti e sobre a espiritualidade feminina foi ficando cada vez mais oculta e secreta, pois era considerada a parte mais ‘perigosa’ do conhecimento, por relacionava-se as mulheres e ao poder interior em todos os seres e em tudo que existe.

A verdadeira Confraria Branca do Himalaias foi também conhecida e chamada de Suddha Dharma Mandalam, porém este mesmo nome foi usado pelas dissidências e por isso há muita confusão entre o que se considera como a verdadeira Suddha Dharma Mandalam e sua Sabedoria e o que e qual ela é realmente. Até menos de 15 anos atrás era proibido expor os verdadeiros ou originais ensinamentos da verdadeira Suddha Dharma Mandalam para círculos abertos (não secretos), principalmente sobre estas questões estudadas no Qoya Yachay (Shakti Vidya), mas a mudança de ciclo possibilita, finalmente, esta abertura (mesmo ainda com algumas descrições) devido as necessidades especiais deste momento evolutivo. Estes conhecimentos eram transmitidos sim, mas para círculos fechados, com graus e iniciações (já na civilização Ariana). Assim também devemos entender que nos tempos de ‘Luz’, a Sabedoria e seus mestres eram puros e estavam em plena sintonia, ou seja a ‘Obra’ era ensinada e realizada como deveria, mas na atualidade, além das dissidências, e também por isso, os grandes mestres não são os professores que transmitem os conhecimentos diretamente a todos. Entre os verdadeiros mestres e os alunos, existem os professores, humanos em serviço espiritual, mas em sua maioria não são seres libertos, muito menos iluminados. Isso é que causa as diferentes linhas, interpretações e tônicas para o mesmo conhecimento, porém modificando-o ou limitando-o muitas vezes.  Esta mudança também compreendeu e compreende uma transferência dos postos de representação da verdadeira Suddha Dharma e dela mesma para o ocidente, para a América, que já possuía entre os Toltecas, suas maiores representações. Nas primeiras duas décadas do início do século, foram realmente também quando a verdadeira Suddha Dharma iniciou a instalação de suas mudanças para a América do Sul (ligação entre Peru, Mexico, Brasil). Porém, as mudança já eram previstas há muito mais tempo, mas somente agora (isso é meio demorado, pois iniciou-se em 1900) isso pode começar a ser uma realidade realizada. Desta forma a América, principalmente a América do Sul, o Brasil vai se tornando a casa para a divulgação destes conhecimentos, agora de forma mais aberta, mas bem ‘respeitosa’. Há lugares especiais neste país (e nos países vizinhos) onde a vibração propicia a expansão e também a melhor interiorização desta sabedoria sagrada feminina. No Peru existe Miscayani, a mítica cidade habitada por mulheres espirituais altamente evoluídas e extremamente belas, revelada pela mitologia dos Q’ero e Aymara (Povos tradicionais de origem Inca); esta cidade é a contraparte feminina da também mítica Paytiti (como El Dorado). Por isso nosso círculo de mulheres deve sempre que possível fazer viagens para os locais sagrados femininos como forma de potencializar esta energia e sabedoria.

Qoya Yachay, Shakti Vidya ou Theasofia (theasophia – inclui a tealogia ou thealogia, ginesofia) é a sabedoria das grandes sacerdotisas (Mahashaktis) e xamãs sobre essência do despertar do poder e consciência plena feminina ou do feminino transcendente.  Revelando a Sabedoria, segredos e mistérios do despertar espiritual da mulher.

A verdadeira harmonia física, psíquica e espiritual da mulher é possível através do reconhecimento do poder interior de atração ou recepção (e também intermediação) da sabedoria interior ou Consciência suprema.

O poder interior é a orientação inteligente da energia que, nas mulheres já está presente, mas não é reconhecida ou ativada. Não precisa ser despertada, mas apenas revelada para que a consciência plena seja gerada. É o caminho rápido para o grande despertar da mulher.

Pacha Qoya (Shakti) é a Iluminada Essência Feminina – o Poder Supremo – o Poder da Consciência. A polaridade feminina da Unidade e Totalidade.

O Sistema Qoya Yachay também chamado de Shakti Vidya, Theasofia (teasofia) ou Thealogia (Tealogia- sabedoria e estudo da “Deusa” – Shakti – o princípio feminino) é um conjunto conhecimentos e técnicas (Shakti Yoga) que objetiva a harmonia, a cura e a Autoconsciência e Autorealização da mulher, através da conexão, integração e identificação com a Essência pura feminina em todos os seus aspectos.

Este sistema de Autoconsciencia e Autorealização é um processo gradual, mas muito mais rápido para as mulheres do que os demais métodos de autorealização propostos por todas as sabedorias e filosofias conhecidas que se preocupavam inicialmente com a libertação e iluminação principalmente de homens. As mulheres possuem útero, ovário, hormônios e taxas hormonais que são manifestações de uma energia (poder) – sabedoria interna própria das mulheres que só existe em latência e é  inconsciente no homem.  Tal energia-sabedoria foram ocultadas e reprimidas com o advento desta civilização atual (mais de 12 a 13000 anos)  que teve a necessidade de trabalhar a racionalidade e a inteligência concreta. Com o florescer de um novo ciclo, onde a mente abstrata ou de síntese deve ser o foco no desenvolvimento coletivo, vários destes conhecimentos estão sendo redescobertos e reorientados para acelerar este processo de autoconsciência tanto das mulheres como para que elas possam também ativar a freqüência ou vibração adequada e ancorar a sabedoria necessária para este momento evolutivo da Terra.

O Sistema tem 8 níveis e é constituído de uma série de práticas de meditações, sintonizações integrativas que acessam diretamente aspectos internos promovendo um estado natural de saúde, harmonia e sintonia com os níveis mais superiores de nosso Eu transformando a energia essencial e vital em poder mental e espiritual, ou seja poder da consciência; o poder que desperta, anima e ilumina a consciência. O processo envolve a realização de  práticas especiais para transformações corporais-energéticas-psíquicas que objetivam purificação e harmonização, ativação dos corpos mais sutis indo de um processo interno para uma realização mais ampla num nível planetário e cósmico. Com isso ativamos o fogo ou poder interno ou sagrado, conectando os planos mais sutis, integrando as forças superiores e cósmicas ou poderes de cada grupo específico de Atiy Qoyas (Shaktis) para despertar a consciência plenamente.

A base do processo esta na reprogramação e ampliação de nossa percepção, expandimos nosso canal de luz que liga ao nosso Eu Interior (a alma) e ao Eu Cósmico (ao Espírito Supremo), daí inicia-se o processo real de integração das Qoyas (Shaktis, Cys).

“O 'princípio feminino' é o verdadeiro poder da mulher tanto na vida material, como e  principalmente no despertar espiritual.”

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Ciclos e Etapas da Jornada:

Ciclos:

Consagrações à Sacralidade Feminina – Qoya Willkachay

Circuito I: Consagração de Inicio de Jornada - Qoya Winay Willkachay

Assuntos:

Inicia o processo de Winay Warmi (Mulher "Germinadora, Florescedora"), e Chaski Warmi (mulher mensageira). Wiñay - Germinação, refere-se a plantar germinação, bem como a germinação espiritual da semente de iniciar.  Sempre, crescer, à idade. (Wiñay Marka - Um nome antigo para o Lago Titicaca)

- Auto-Consagração Ventre / Útero e ovários; Qoya Kisma Willkachay: reconexão sagrada da mulher com seu ventre e do ventre da mulher com a Mãe Terra - Mãe Natureza; processo de Purificação e Reconexão com a essência feminina Terra.

- Auto-Consagração Guia Interior; Qoya Nuna Willkachay:  Reconexão com nossa própria "Guia Interior", nosso feminino sagrado – reintegrar a própria essência – que é feminina - a parte feminina do Self, Alma/Espirito através da mente/coração inferior e superior.

- 'Khuyas' (pedras sagrada), plantas, totens animais e locais de poder, Pachamama Paqarina, 'Misha' (Mesa, grupo sagrado de tecidos com 'Khuyas' e objetos de poder). Purificação e bênção do corpo energético relacionado ao útero e ovários. Huasca/Waska locais sagrados. Ceke, rede, linhas. Wañuy-Paqariy: 'alta transformação' por energia. Rito Qoya Yachay Ayni; Poq’pos. Mais altas consciências-energias das montanhas, da terra, cavernas, as lagoas, os animais e as estrelas.

Circuito II:  Consagração às Divinas Fontes e Guardiãs de Poder-Sabedoria:

Pacha Amawta Willkachay - Senhoras Guardiãs Sagradas

Assuntos:

- Consagrações das Senhoras Guardiãs dos Portais Dimensionais, Fontes de Poder-Sabedoria, ou seja Guardiãs do Conhecimento Profundo ou Sabedoria Iniciática. - Senhoras Guardiãs dão a sabedoria do sagrado feminino em cada uma das Qoyas das Mandala - Os Arquétipos e Sub-Arquétipos das Senhoras Guias da Jornada Iniciática Feminina. Cada conhecimento, cada mantra, cada prática ritual, cada planta, cada pedra tem seu 'poder-sabedoria' que é efetivamente acessado para ser multiplicado pelas Senhoras Sábias Guardiãs. Estão relacionadas as 8 Portais direções e dimensões Sagradas.

> SENHORA DA NATUREZA (Qoya Allpa):

Consagração de SENHORA DA NATUREZA (Qoya Allpa Willkachay) - Práticas de purificação e conexão, visualizações, mantras.

Reconexão com a Mãe Natureza: Plantas, Ervas, Pedras, Cristais, Minério, Água – e todo seu poder de cura (ginecologia natural) e realização – Purificação, Vitalização, ativação, consagração – iniciando à Ginonaturologia Integrativa: Ginecologia Natural Integrativa. Poder das Ervas/Plantas (Qura)ervas, especiarias, frutos, arvores, flores, como incensos, óleos essenciais, alimentação e cura física e sutil; Identificação e conexão com Plantas de Poder Pessoal. Poder das Pedras (Rumi Khuya) –  poder dos cristais, pedras, argila, águas e minérios – poder de cura, proteção, realizações de cura e outros objetivos de harmonia; Poder dos Totens Animais (Uywa) ‘Animais de Poder’; Os totens animais simbolizam e manifestam o poder relacionado as questões emocionais e espirituais. Cada arquétipo do feminino, cada Qoya está ligada a um Toten animal, que dá a tônica do elemento relacionado ao sentimento, sendo para nós ligado as emoções que quando, em desequilíbrio podem causar distúrbios físicos e, ou emocionais ou mentais.; Identificação e conexão com os Animais de Poder Pessoal.  Templo Natural / Poder de Lugar Sagrado (Wuakas, Paqarina) ou ‘Lugares de poder’ para cura, proteção, realizações de cura, espirituais e propósitos superiores; Lugares de Poder Pessoal,

Rito Wayra mama: Amaru 1,  serpente espírito. Rito Pachamama. Rito Paqarina. Rito  Phutuy: Phutuy e Wiñay, floração ou florecimento e germinação, eternidade, para desenvolver, crescer, brotar. Este rito permite a germinação e o florescimento do ventre, três mundos andinos: Hanak Pacha, Kay Pacha e Ukhu Pacha. kawsay puriy; kawsay pacha, em ayni, usando todas as nossas capacidades sendo necessário germinar, florecer. Wachu, sulco (como em uma linha arada em um campo), e tarpuy, que significa plantar e semear. Muyu  wachu, o campo universal da energia viva. Práticas básicas de energia de saminchakuy e saiwachakuy. Mama Pacha, Mama Allpa, Mama Unpa e Mama Wayra, poq'po (corpo de energia).  ñawis ("olhos" místicos, centros de energia) é um tipo de phutuy, ou floração. Mallki (uma árvore energética sagrada).  Saminchakuy, que é um tipo de pichay, de varrer hucha do seu poq'po. Pichay significa literalmente remover a sujeira, varrer.

> A SENHORA do caminho DA VISÃOdo Oráculo (Qoya Qhawaq)

Visão Interior baseada no poder da sensibilidade profunda inerente da essência feminina:

> Consagração da SENHORA do caminho DA VISÃO – do Oráculo (Qoya Qhawaq Willkachay) - Práticas de conexão, visualizações, mantras e afins a serem realizadas diariamente para que no final do ciclo desta Qoya, efetivar a Consagração.

Assuntos: – Jornada da Rainha-Sacerdotisa e Arquétipos da Qoya + Oráculo  jornada e seus arquétipos correspondentes. leitura de Oráculos: utilizando o Poder de reconectar outros planos – ainda em nível psíquico e possivelmente, os primeiros níveis do mental - para trazer a visão deles, principalmente através de oráculos naturais (pedras, sementes, gravetos, folhas de plantas, folhas do cha, borra de café, ovo, bola de cristal e afins), da forma a estar receptiva ao Oráculo de nível profundo espiritual como o Oráculo dos aspectos ou arquetipos de Qoya, ancestral, que tem como objetivo o autoconhecimento e autodesenvolvimento em altos níveis existenciais.

> A SENHORA DAS ESTRELAS (Qoya Chaska)

> Consagração da A SENHORA DAS ESTRELAS (Qoya Chaska Willkachay) - Práticas de conexão, visualizações, mantras e afins a serem realizadas diariamente para que no final do ciclo desta Qoya, efetivar a Consagração.

- Mapeamento Biopsíquico e Espiritual Feminino – Identificação dos aspectos ou arquétipos de Qoya (aspectos primordiais do femininos) no mapa do céu natal através doa Astros correspondentes a elas.

> A SENHORA DA ARTE  (Qoya Kapchiy)

> Consagração da SENHORA DA ARTE (Qoya Kapchiy Willkachay) - Práticas de conexão, visualizações, mantras e afins a serem realizadas diariamente para que no final do ciclo desta Qoya, efetivar a Consagração.

Assuntos - Arte Integrativa Feminina: Dança-Teatro-Músical (Tusuy) + Artes Visuais como “Arte-Terapia-feminina”  – dança e movimento, Dança Integrativa Feminina (com Cantos – Taki: Expressando), Dança-Teatro (com teatralidade: Vivenciando), (com as esculturas:  formando); Poema, poesia (harawi) – posturas e movimentos bio-energéticos – matrizes de movimento de danças ancestrais femininas,

> SENHORA DA COMUNICAÇÃO SUPERIOR (Qoya Hatun Willay)

> Consagração da SENHORA DA COMUNICAÇÃO SUPERIOR (Qoya Hatun Willay Willkachay) - Práticas de conexão, visualizações, mantras e afins.

Assuntos - Saberes e Práticas meditativas, contemplativas e afins – integrando o poder ‘divino’ ou da consciência através de práticas meditativas ‘de energia’ e de ‘plena atenção’) –  (com meditações mais avançadas) ; Prática Meditativa e Respiratória, Contemplação, Qhaway - Prática de Contemplações Meditativa Feminina – Visualizações diretivas e criativas e meditações específicas com práticas de de controle de energias sutis através de exercícios de respiração com visualização como ‘respiração ovariana/uterina’ para reintegração ao poder essencial feminino – o despertar para a verdadeira vida e consciência.  Reconexão aos Níveis Superiores do Eu, ensonhadora etc, intuições, práticas 'meditativas'. Poder do Saber por vias internas e Educar: Saberes

> A SENHORA DA CURA (Qoya Hampiq)

> Consagração da SENHORA DA CURA (Qoya Hampiq Willkachay)

- Terapia Integrativa profunda Feminina (Qoya Healing): Cura e bem estar através do poder ‘divino’ ou da consciência: Taumaturgia Feminina ou Terapia Integrativa avançada Feminina: Métodos:  terapia através de reequilíbrio de energia vital pela imposição de mãos, mantra, cores etc.   (terapia através do poder das ervas e especiarias também na alimentação  – Meditações, visualizações, contemplações, decretos, comandos, e análise e síntese pela psicologia profunda e sabedoria profunda ancestral. Inclui Círculo de Cura.  Quando da Consagração da Qoya Illa, que é o sexto nível de Identificação da Sacerdotisa ‘Bem Aventurança’) –

- Poder de Sintonia com as Hierarquias Superiores para Curar / Taumaturgia – integra-se a Ginecologia Natural e a  Psíquica / Emocional - a  Ginecosofia (cura do físico, psíquico e em nível 'espiritual')  -

> A SENHORA DA MAGIA SAGRADA (Qoya Willka) 

- Sintonizações Femininas (Teurgia Feminina) – Integração do poder ‘divino’ ou da consciência e conhecimentos mais avançados do Qoya Hatun Yachay   significa protegido, secreto etc – Teurgia é uma prática cerimonial sagrada de sintonia com potências de Alta hierarquia, neste caso, as Qoyas Iluminadas – Arquétipos Originais do Divino Feminino) – Teurgia Feminina: práticas contemplativas cerimoniais femininas coletivas para multiplicação/reativação de propósitos superiores e de Cura profunda.

- Poder de Sintonia com as Hierarquias Superiores para realização dos Propósitos Superiores: Magia / Teurgia – Sintonizações – Cerimoniais ritualísticos - (Reconexão com o Propósito Superior)

> Consagração da SENHORA DO SAGRADO (Qoya Willka Willkachay) - Práticas ritualisticas de multiplicação, a serem realizadas em momentos específicos - ligados a relação Terra - Cósmos para realização de um propósito coletivo.

SÍNTESE:

>  A Senhora do CÍRCULO SAGRADO FEMININO (Qoya Suntur Ayllu) 

- Consagração da Senhora do CÍRCULO SAGRADO FEMININO (Qoya Suntur Ayllu Willkachay) - Práticas de conexão, visualizações, mantras e afins a serem realizadas diariamente para que no final do ciclo desta Qoya, efetivar a Consagração.

- Poder da União: Integração em irmandades e Confraternidades – Círculos femininos

- Consagração Associada: Chakana - prática que permitirá a abertura do olho estelar e a conexão com a Constelação do Cruzeiro do Sul mais Alfa e Beta Centauri à esquerda são os olhos de lama.

Assuntos: - Empoderamento Qoya K'uichi (Senhora do Arco íris)  e sua vertente sagrada: a iniciação em 'Chakaruna' (Ser Ponte: A ponte do arco íris). O sistema de cura com base nas cores. Ponte energética entre a pessoa e as energias do Cosmos dos três mundos. Canais de condução de energias entre os três mundos.

Atenção:

> Estas Consagrações também são como preparação para posterior Qoya Karpay; As Iniciações de Sacerdotisa, que acontecem após as 8 consagrações de nível, das Qoya Pusaq Nan, as Guias do Caminho.

A Iniciação Qoya Karpay é a iniciação da SACERDOTISA  - Iniciação do feminino essencial – Iniciação espiritual através do poder ‘divino’ – iniciação feminina – Iniciação e Nomeação Qoya  –

Circuitos de Formação I, II e III tem a duração de 9 meses. Os outros Circuitos da Formação são menores em tempo, mas profundos nas práticas e saberes. Quarto Circuito: 3 meses - Nível 5; Quinto Circuito: 3 meses - Nível 6; Sexto Circuito: 3 meses - Nível 7;  Sétimo Circuito: 3 a 4 dias aprox+ - Nível 8;  Oitavo Circuito: 2 ou 3 dias aprox+ - Nível 9; e depois, 3 dias para o nível 10A e/ou 10 B. Como é um processo iniciático, é necessário absorver o conhecimento e as vivencias das práticas, os tempos espaços entre os circuitos são de no mínimo 28 a 90 dias e são necessárias mentorias pessoais durante ou entre os circuitos finais principalmente.

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Qoya Pusaq Nan (Guias do Caminho)

Consagrações das Divinas Guias do Caminho / Jornada Divina Feminina

As Etapas do Processo do Despertar Feminino Sagrado (e suas metas) :

Circuito III

1 - Senhoras da Liberdade - Purificação e Reconhecimento  (Natural, Pureza) - Energia de Vida (Qoya  Sacha) -

Assuntos: Reconhecendo a própria feminilidade, a conexão com a Terra, com a Natureza, com o próprio ventre - iniciando uma conexão com a Terra - Qoya Winay, com a Natureza, com o próprio ventre através dos elementos naturais. Purificação e Consagração do Ventre (útero) (harmonização principalmente dos níveis físico)- em conjunto com:

- Relaciona-se ao Primeiro Nível de Integração Superior: equivalente a Khuya Paq'o Warmi

-  Mesa (para práticas de purificação, energização, agradecimento, e outras cerimonias) e Kuya (pedras sagradas), Proteção e Limpeza (purificações): limpar e transformar energia pesada ou destrutiva (hucha) do corpo físico e 'bolha de proteção' (poqpo).  K’intu: três folhas de planta sagrada que representam os três mundos reunidos em oração. Representa os três mundos: Hanaqpacha, Kaypacha e Ukhupacha; os três atributos humanos neste mundo para pôr em equilíbrio: llank’ay, Munay e Yachay;  e os três campos da mesa de cura: campo da pastora (lado esquerdo da mesa - para dominar as energias destrutivas), campo da justiça (lado direito da mesa - para despertar a essencia) e campo medio (equilíbrio e complementaridade dos opostos). Formações naturais sagradas (Paqarina) e vários locais sagrados (wuacas/wuakas) e locais de importação energético. Prática Cerimonial de bênção ou energização após a purificação

- Empoderamento da Mãe Terra: é uma bela oportunidade de agradecer por tudo o que temos, honrar as consciências e energias da Mãe Terra   e o cosmos universal - Pachamama-, dos locais sagrados, as  Paqarinas (divindades femininas do meio ambiente). Empoderamento Padrão da organização do universo através de energia Kallari: Fluxo, mudança, movimento, iniciar

- Empoderamento Amaru I: Empoderamento da Serpente ou Dragão 'Amaru'. A serpente na língua nativa quíchua é Amaru, representa a sabedoria,  sonhos, é o conector entre os três mundos (superior, aqui e abaixo). Também chamada de Machacuay-e  limpeza do corpo e da energia; e ao balanço entre o Ucju Pacha: Mundo da profundidade (onde reside o seu poder) e os outros mundos. Os raios que escolhem os Altomisayocs são Amarus manifestando-se (relaciona-se a Kundalini).

- Consagração e Reconhecimento: potencia Lua-Ceres e Triangulum (Anterior: Polaris Ursa menor)

2 –  Senhoras do Cuidado (Nutrição, Acolhimento) - Reconexão - (Qoya Nina):

. Consagração e Reconexão com a potência LUNAR-VESTA e Constelação Ophyurco (Anterior: Draco)

- Relaciona-se ao Segundo Nível de Integração Superior: Pampamesayoq - Protetor da Terra

-  Empoderamento Cerimônia/ Rito do Fogo Sagrado é conectar-se com o espírito do fogo-luz. Seu objetivo é para pedir à Mãe Terra e ao Universo que nos reconectem com a energia de fogo sagrado “WillkaNina”. - Empoderamento Kawsay: força da vida, a energia que anima o universo. Se trata do coletivo, da genética. Energia de Vida.  Como chi, prana, Kawsay permeia todas as coisas no universo vivo, em vários níveis vibracionais.

- Empoderamento: Urso - Introspecção –  intuição, cura, consciência, ensinamentos, curiosidade. O urso entra numa caverna e hiberna, digerindo as experiências que vivenciou. Ele se reconecta com a Mãe Terra, numa introspecção intensa, para depois ressurgir na primavera da alma, num renascimento, quando tudo está brotando novamente. Nesse período nada do que está lá fora importa, apenas o refazimento, o ato de pensar sobre as atitudes tomadas, acreditando que as respostas estão dentro de nós mesmos. Introspecção, intuição, cura física, consciência, ensinamentos, curiosidade.  É o rastreador dos remédios e raízes da floresta. Ele ajuda o xamã a encontrar o remédio certo para a cura.

Assuntos - . Reconexão com nossa Alma (Iniciando a reconexão com Nossa Guia Interior (o lado feminino do Self) – Consagração  e reconexão ventre – (harmonização principalmente dos nível etérico) – . Encontrando a própria Guia ou Guia Pessoal. Reativar Amaru: reconectar e fortalecer seu próprio campo de energia vital e principalmente psíquica e 'espiritual', e se proteger. É também conectar-se com os outros, reestabelecendo e fortalecendo a rede, reintegrando-a aos tres mundos. - Limpeza e Benção de Casas, Terreno, Empresas: - Consagração Lua-Vesta e Constelação Ophyurco (Anterior: Draco). -  Alinhamento Nawis (Chakras),

3 – Senhoras da Ação - Afirmação, Empoderamento (Expansão Externa) -  (Defensoras, Estrategistas) (Qoya Kallpay)

- Assunto: – aprendizado, práticas, aprendendo sobre o caminho, se engajando no caminho, se fortalecendo internamente - psicologia da mulher, -  Leitura oráculos naturais,

- Relaciona-se ao Terceiro Nível de Integração Superior: Altomesayoc

- Empoderamento do Jaguar: Otorongo. Felino poderoso Jaguar da Amazônia têm poderes especiais, e o otorongo também é conhecido como xamã, capaz de se conectar com o mundo espiritual. Representa força, coragem e inteligência. O empoderamento do Jaguar é dada a pessoas que estão em processo de recuperação e precisam de força para estar em paz e encontrar a felicidade.

- Empoderamento da Força/ Ação: LLankay com - Kallpay: poder ou força, poder espiritual pessoal. Empoderamento com nossa Alma  (harmonização principalmente do nível astral) - em conjunto com:

- Consagração com Lua-Pallas Atena e Hydrae (Anterior: Ursa Maior)

4 – Senhoras da Harmonia - Reintegração (Conciliação) (Qoya Aklla):

. Assuntos: Reintegração  coração (timo):  Poder de integração ou despertar da consciência. - Reconexão com Essência: práticas de visualização para fechar sua bolha de proteção e pedindo aos elementos sagrados a proteção de todo o seu ser. - Harmonização principalmente do nível mental. Reconexão,  Realinhamento e Reativação do seu Lugar de Poder (Paqarina).   Reintegrando o Caminho Sagrado Feminino – A  Alquimia Feminina Respiração Ovariana e Uterina (respiração alquimica feminina – kundalini shakti yoga) para reintegração de Kundalini Shakti

- Relaciona-se ao Quarto Nível de Integração Superior ou consciência do Feminino Divino - (Kamasqa (inici: Kurak Akulliq))

- Empoderamento do Amor: Munay - Amar, querer, desejar.  incondicional, eterno, amor não racional. Localizado no centro do coração, é o exercício do poder. Um dos principais princípios de organização e a primeira das Leis Três Inca . Ao invés de uma emoção, Munay é visto como uma atitude de respeito e apreço por tudo e todos. Empoderamento Lobo Guara e Raposa.

- Consagração associada Terra- Virgem (Anterior: Boieiro) - com a potência Estelar feminina: Algol (Sombra)

Circuito IV

5 - Senhoras da Intuição - Intercomunicação -  (Alta Percepção, Mensageiras) (Qoya Nusta)

. Consagração e Intercomunicação com a potência planetárias VENUSIANA (Chaska) e com a potência Estelar feminina (Nusta) / Pleiades (Qoto)

Relaciona-se ao Quinto Nível de Integração Superior ou consciência do Feminino Divino. Um nível de consciência caracterizado pela emergência de pessoas de capacidade de cura notável.

- Empoderamento de 'Kuntur Mallku': o Condor, no coração relaciona a intuição. É a intermediária luminosa entre o Kay Pacha (Mundo daqui e do agora) e o Hanan Pacha (Espaço-Tempo das Estrelas). Mitologicamente, as energias do condor são extremamente positivas, proporcionando perspectiva diferente em uma situação ou organização. O Condor é o nosso mensageiro do Cosmos e se conecta a realidade dos Seres de Luz (do Hanaqpacha) para esta realidade.

-  Consagração associada Qoya Qoto - Pleiades: São o contato, a Porta, comunicação e irradia um refinado estado de consciência. - Empoderamento: Cheqak, a Verdade.

Circuito V

6 - Senhoras da Fraternidade  - Expansão interna - (Amor Incondicional, Cura Integral) (Qoya Illa)

Assuntos: Despertar olho interno (pituitária) etc.  Expansão interna com a potência Iluminada potências: Planetária – Haumea / Planeta X  e  Estelares Feminina Marianas (Três Marias de Orion -  Qoya Kinsa Ch'ata)

- Relaciona-se ao Sexto Nível de Integração Superior ou consciência do Feminino Divino e ao Pacha Taripay ("tempo de encontrar-se outra vez". Nas profecias andinas, é o momento quando a humanidade terá a chance de evoluir conscientemente em uma era de harmonia.

- Empoderamento da Sabedoria: Yachay -princípio organizador principal Yuya: Sabedoria, significado primário. Aquisição de conhecimentos através da observação e conhecimento. - 'Chumpi' karpay -  empoderamento de energia, que abre os centros de energia do corpo luminoso - processo profundo de cura dos corpos sutis. 

- Empoderamento Gofinho / Boto - O Maná relacionado a Pureza e clareza do ser, sabedoria, paz, amor, harmonia, comunicação. O golfinho é o guardião da respiração sagrada da vida mostrando como desapagar das emoções através da respiração, da energia de vida. Ouvir nossos sons internos e entendê-los é parte do que o golfinho pode nos ensinar. Imite o golfinho e ande nas ondas do riso, espalhando alegria no mundo. Pureza, iluminação do ser, telepatia, alegria, sabedoria, amor, harmonia, comunicação.

Circuito VI

7 – Senhoras da Liderança - Identificação (Vontade, Propósito) (Collari Qoya)

.  Consagração e Identificação com a potência Iluminada potências: Estelares Feminina Sirius - Willkawara)  - (Collari - Taytanchis Ranti). Alinhamento e Ativação de determinados Lugares de Poder e Iniciações (Miskayani)

Relaciona-se ao Sétimo Nível de Integração Superior ou consciência do Feminino Divino. Ligado a era Divina na Terra.

- Empoderamento: Anka - Águia; falcão. A harpia Andina sagrada.  Conhecido como o gavião-real-americana, é uma espécie neotropical de águia. É o predador maior e mais poderoso encontrado nas Américas e uma das maiores espécies existentes de águias no mundo.

Circuito VII

8 - Senhoras da Alta Sintonia -  Multiplicação / iluminacao / renanscimento -  (União, Compaixão) (Pacha Tiki (Qoya)):

.  Consagração a potência Iluminada potências: Estelares feminina (Pleiades do Sul - Colla Qoto)   Divina Iluminada

- Identificação com sua verdadeira identidade. Práticas s para fortalecer as 8 forças em nós mesmos: Qaway (ver claramente), Rimay (falar claramente do coração), Kanay (o poder da sua própria essência, do seu Ser), Munay (poder do amor conscientemente direcionado), Tusay (poder de experimentar, imaginação), Atiy (o poder de colocar as coisas em movimento), Tarpuy (semeadura, o poder de deixar ir e se render à vida na terra), Taqe (União de forças, compartilhamento).

- Nuna: O princípio de que tudo o que é espírito. Um dos principais princípios de organização. O espírito; o aspecto essencial do indivíduo.   Nuna Illariy : Alma despertar, ou o primeiro raio da aurora da alma;  o vôo da alma ao longo de um raio de aurora.

- Empoderamento do principais princípios de organização Ch’ulla: Tudo está conectado energeticamente através de Cekess. Unidade, comunhão com a unidade. Consciência absoluta. Ceke, Ceque: Linha de energia sagrada correndo vivendo através da terra, ou entre dois locais de rituais.  K’anchay: A energia da luz análoga à energia celestial ou o eletromagnetismo em física. É a forma mais elevada de energia espiritual usado pelos curandeiros. É eficaz, porque ele acessa os reinos intemporais de espírito, permitindo que a pessoa em necessidade de cura para a etapa fora do tempo e experimentar uma sensação de infinito. As experiências curandeiro k’anchay energia como uma pulsação sutil, laser-like ou vibração muito rápida. K’anchay ajuda a manter o equilíbrio necessário entre o afluxo de espírito e as energias de terra da Terra, que são necessários para sustentar um equilíbrio natural entre os próprios corpos físicos e luminosos; Clareza; Luz; glória, brilho.

- Empoderamento do Beija-flor místico “Siwar e Q'omer Q'enti”: Receber as bênçãos do mundo superior, a Hannaq Pacha, o beija-flor é o mensageiro entre as entidades da luz e os seres humanos. - Empoderamento do princípios organizador Saiwa/Saywa: Coluna de energia que une os três mundos (Hanaqpacha, Kaypacha, Ukhupacha), os três centros de energia. Pilar; raio de luz; uma coluna de energia mediado por Q’enti Siwar que desce do Hanaqpacha para criar uma ponte entre os reinos físicos e espirituais. Uma coluna de energia ou eixo vivo de luz do céu que liga o reino sublime, puramente espiritual (Hanaqpacha) para o reino físico (Kaypacha). uma alta coluna de pedras construído por um sacerdote andino para representar sua / seu poder, ou uma coluna de energia viva.

- Magia é tudo o que humano comum ainda não consegue explicar com sua razão e seus aparelhos científicos!

Circuito VIII

9 - Senhoras Guardiãs da Sabedoria (Educadoras) (Pacha(Qoya)Amawta Karpay)

Realiza-se a primeira de Três Grandes Iniciações de Sacerdotisa (Qoya Karpay) . A Sacerdotisa Qoya Amawta, onde é possível compartilhar os ensinamentos e consagrações a Iniciação de  Qoyas Amawta -  estão relacionadas a potência estelar feminina da Cruzeiro do Sul - Qoya Chakana (Huch'uy Chakana) - Já foram realizadas as suas Consagrações, aqui é a Iniciação para se tornar Sacerdotisa Facilitadora Educadora.

10 A  - Senhora Sacerdotisa - Pacha (Qoya) Karpay

- Iniciação de Sacerdotisa Alto Curadora. Iniciação de Sacerdotisa Conselheiras (já participam do Conselho do Circulo. Pode acompanhar as Alto Sacerdotisas para aprendizado final e ser Alto Sacerdotisa ou pode ficar como Sacerdotisa Conselheira .

10 B - Senhoras Conselheiras e de Sacerdotisas de Alta Magia (Hatun Pacha (Qoya) Karpay)

Iniciação de Alta Sacerdotisa e Altas Conselheiras (Aqui há um processo de tempo, experiencia e formação de fraternidade) - Possibilita compartilhar as iniciações - Pacha Hatun Yayachaj do  Suntur Ayllur. (Nawpaqta - Antes do tempo) e Hatun K’anchay: Grande Luz, iluminação.

As 'Poderosas Senhoras Divinas' do Centro da Mandala do Sagrado Feminino - Nível 10 último estão relacionadas a potência estelar feminina  da Estrela Polar do Sul (Polaris Australis da constelação de Octans - Qoya Uralan Qhipa Wara)  e  Centro Galáctico (Qoya Kukamama)

As consagrações aqui no Qoya Yachay (Consagração do Ventre, Consagração Qoya Guia – a própria essência da mulher - e as 8 Consagrações das Mestras Qoyas; as Fontes de Poder-Sabedoria - Qoya Amawta), Qoya Pusaq Nan são referentes a ‘descida’, ancoramento daquela energia, relacionado as etapas de purificação e reconexão, com isso sintoniza-se ao quinto nível das sacerdotisas da “Sabedoria Iniciática Feminina” do “Caminho Sagrado Feminino”; as Nustas (Feminino Lua-Ceres e Terra).  Já as iniciações dos oito círculos da ‘Mandala Senhoras Divinas - Qoya’ - Qoya Suntu Ayllu é como ‘ascendencia’ ou interiorização da energia, ai relacionado a etapa de integração, sintonizando-se ao sexto nível das sacerdotisas; as Qoyas e a iniciação final dos círculos centrais da ‘Mandala Qoya’. Cada Etapa se interioriza na Saberes e nas Práticas, tendo acesso ao níveis mais sagrados da ‘Sabedoria’.

 

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